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Na realidade brasileira existem milhares
de crianças e adolescentes em instituições
de abrigos, sem o amparo familiar tão essenciais a
sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.
Por quanto tempo assistiremos a distancia o crescimento destas
crianças sem o apoio fundamental de uma família?
Trabalhar para garantir-lhes o direito a convivência
familiar e comunitária conforme o ECA preconiza e transformar
a realidade propondo a construção de uma sociedade
mais justa e igualitária.
É preciso caminhar além de nossos sonhos buscando
encontrar aqueles que nos esperam. A única forma de
fazer isto com dignidade e lutando para que em nossa sociedade
nenhuma criança deixe de sonhar em ter uma família
a fim de poder exercer o seu direito de ser tão somente,
Criança.
por Maria Fabiana Toledo Bittencourt
psicóloga da ONG Quintal da Casa de Ana
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